Arquivo do mês: novembro 2010

divulgação: lançamento do Caderno de Referências



É com orgulho que convidamos para o lançamento do Caderno de Referências do projeto Educação com Arte.
O projeto Educação com Arte é uma parceria entre o CENPEC e a Fundação CASA que desenvolve atividades arte e cultura com adolescentes em cumprimento de medida socio-educativa, como prevê o ECA.
Este Caderno contempla a segunda edição (2009-2010) e relata a prática de alguns arte-educadores do projeto entre 7 linguagens diferentes.

Junto ao evento estarão expostas as produções audiovisuais dos adolescentes em oficinas.
Além da mostra ftotográfica de Rogério Fernandes, que foi nosso parceiro nesta publicação, adentrando o espaço das oficinas com seu olhar sensível que resultou em ótimos registros.

Esperamos por você dia 14 de dezembro na livraria do b_arco, das 19h30 às 22h30.

R Dr Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros
Clique aqui para ver o mapa.

obarco.com.br
educacaocomarte.com.br (em construção)

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Exposição GEJO – AG/DG

Exposição de comemoração de 21 anos de estrada de GEJO
Sábado dia 27, a partir das 12hs, na Galeria Monica Filgueiras
Rua Bela Cintra, 1533 – Jardins

“Para celebrar esta expo, trouxe em regime de ARTE COOPERATIVA e apoio a produção das obras, os seguintes nomes”:
AZZAN (Campinas)
FREDONE FONE (ES)
BALLAS (SP)
IONE HAYASHI (Campinas)
ROGERIO FERNANDES (SP)
ROGERIO CARNAVAL (SP)
NINA VIEIRA (SP)
NECO SOARES (Franco da Rocha)
NIVALDO J.J. (SP)
JOAO SABOIA (RJ)
ELAINE BRAGA (SP)
EDSON FEITOSA (SP)

Poesias (interferência entre as obras):
DYNAMIC LEGS – BBMC’S (Andre e Anderson) – OSASCO

Logo: ELAINE GOMES (SP)
Flyer: RAQUEL KOGAN
OBRA “Meu primeiro milhão”; Criação das notas, vetorização dos carimbos, criação do catálogo; LILITA FIGUEIREDO
Edição e produção do vídeo: IRINEU J.J
Assistência/Produção: GISELE O.J.
Ass. Imprensa: Balady Comunicação
Silvia Balady (9117.7324)
Camila Martins (3814.3382) – contato@balady.com.br

Mônica Filgueiras inaugura a exposição “AG/DG”, primeira individual do artista plástico e grafiteiro GEJO que, depois de 21 anos atuando nas ruas, foi convidado pela marchand para celebrar sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento expondo cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, anti toy art, MDF, esculturas e telas em sua galeria. A exposição é um reconhecimento do trabalho de GEJO e marca a entrada do artista no circuito cultural nacional e internacional. Abertura 27 de novembro.

GEJO – AG/DG
Curadora: Mônica Filgueiras
Local: Mônica Filgueiras Galeria de Arte – mofilgue@terra.com.br
Rua Bela Cintra, 1533 – Tel (11) 3082-5295
Abertura: 27 de novembro – sábado – das 12h às 16h
Período: de 29 de novembro a 15 de janeiro de 2011
Horário: 2ª a 6ª feira, das 10:30 às 19:30h
Sábado, das 10:30 às 15h

“AG / DG”, sua primeira individual em galeria que marca a comemoração dos seus 21 anos de atuação nas ruas como grafiteiro. A convite da marchand Mônica Filgueiras, sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento será representada por cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, ant toy art, MDF, esculturas e telas.

“Estou comemorando o que fiz, faço e farei”, revela o artista que, no mês de dezembro, segue para a Europa para consolidar a sua carreira internacional com exposições individuais na Itália e Irlanda. GEJO faz parte da primeira geração de grafiteiros que migram para as galerias de arte contemporânea.

Com um traço mais elaborado e seguro, decorrente de seu amadurecimento artístico, GEJO classifica sua obra como tendo um caráter estético social e popular, alimentado pela experiência que teve nas ruas. Vivência que também trouxe para o artista um lado humanista de ver a vida e a arte, valorizando as formas de manifestação coletiva. Tanto que é o responsável pela criação do Free Art Fest, em 2008, em que artistas nacionais e internacionais doam obras a GEJO e ele organiza uma exposição que no final distribui os trabalhos gratuitamente aos visitantes. O Free Art Fest faz parte de um movimento global de democratização da arte impulsionado pelo “It´s yours take it”.

“AG/DG” é um divisor de águas e marca uma segunda fase na vida do artista, que adapta a característica efêmera do grafite para o ambiente fechado – testando novos materiais e suportes, como MDF e o jornal prensado em chapas grossas para dar maior durabilidade às obras – e o confirma no panorama da arte contemporânea brasileira.

Neste momento GEJO também se descobre como um artista versátil, que além de intervencionista de variados suportes, encontra espaço e tempo de ser ora desenhista, ora escultor, ora gravador, ora estudioso das artes, mas sem perder a sua essência: a contestação.

Sua inspiração parte de acontecimentos cotidianos, como as conversas de ônibus, convivência com a família e com os amigos e dos meios de comunicação de massa que o cercam no dia a dia. A partir disto cria um universo artístico pautado pelo discurso crítico direcionado à sociedade e ao sistema estabelecido.

A exposição “AG/DG” apresenta uma série de trabalhos inéditos de 2010 que é uma prévia do que será feito por GEJO a partir de agora. Uma instalação em MDF questiona os monopólios, um anti toy art no formato de uma jibóia de cinco metros reflete a apropriação da arte de rua por pessoas que nunca atuaram na street art. Também será feito um recorte das obras mais importantes durante todo o percurso do artista, entre elas a série “photograffiti”, de 2007, em que faz intervenções gráficas sobre fotos feitas por variados fotógrafos .

No dia da abertura GEJO fará uma performance, imprimindo um trabalho de 1992, além de uma obra interativa.

O ARTISTA

GEJO nasceu em Seabra, na Bahia, em 1976, mas aos três anos mudou-se para São Paulo. Seu interesse pela arte começou em 1993, quando começou a freqüentar exposições e a fazer intervenções de grapichos na rua.

No ano de 1996 é convidado pelo diretor da escola Osvaldo walder para dar uma oficina para os alunos. O projeto “Graffiti : impressão x expressão” durou até 1998 e motivou GEJO a seguir como arte-educador. Desde então coordenou mais de 30 workshops e oficinas de grafite, disseminando as idéias e formas de expressão que envolve a cultura do hip-hop, como a dança, a música e o fanzine.

É o idealizador do projeto do Centro Cultural Sítio do Tatu Amarelo, em Seabra (BA), que terá cursos de alfabetização de adultos, informática, biblioteca, cinemateca, oficinas de arte, além do amparo aos animais machucados e um jardim com diversos exemplares de plantas.

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A História das Coisas

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

Story of Stuff – História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo. Revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo. Nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

Licenciado em Creative Commns, baixe aqui: http://www.sununga.com.br/HDC/index.php?topico=download

O site deste projeto tem outros materiais muito interessantes, como a História dos Cosméticos, Eletrônicos e outros – http://www.storyofstuff.com/

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A HQMIX Livraria, tem a honra de convidar para:

27/novembro, sábado, 19h30

O lançamento do álbum PEIXE PELUDO
por Rafael Moralez e Rodrigo Bueno

HQMIX LIVRARIA
Praça Roosevelt, 142
Centro – São Paulo – SP
TEL (11) 3259 1528

Não deixe de prestigiar!

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Festival do Livro e da Literatura de São Miguel

 

Pelo quinto ano consecutivo, a Fundação Tide Setubal realizará evento de estímulo à leitura em São Miguel Paulista. Na edição de 2009, cerca de 4 mil pessoas participaram de encontros com escritores, contadores de histórias, poetas, além de debates temáticos, produção de textos coletivos e compra e troca de livros ao longo dos três dias do evento no CDC Tide Setubal.

A novidade, em 2010, é que o Festival não se restringirá ao CDC, mas também estará nas ruas, praças, paradas de ônibus, biblioteca, mercado municipal e estação de trem do bairro. Serão os Corredores de Livros, conceito inspirado nos corredores de ônibus que seguem itinerários mais livres para se livrar do tormento dos engarrafamentos urbanos. As atividades serão realizadas nos dias 18 e 19 de novembro, das 9h às 22h, e no dia 20 de novembro, das 9h às 17h.

Acontecerão, em diferentes locais, intervenções artísticas, contação de histórias e debates. Os livros doados serão distribuídos, gratuitamente, na feira de troca de exemplares do CDC. Para convidar os moradores à leitura, exemplares também serão pendurados em árvores.

O evento pretende contribuir para a democratização do acesso ao livro, uma vez que o acervo público da região é reduzido.

As atrações acontecerão, simultaneamente, em diversos locais do bairro, entre elas:
•    Contação de Histórias
•    Conversa com o Autor
•    Workshop e lançamento de livros
•    Oficinas de Criação Literária
•    Intervenções Teatrais
•    Recitais Poéticos
•    Apresentações de Dança
•    Ônibus Biblioteca
•    Sarau Literário
•    Feira de Livros
•    Doação e Troca de Livros
•    Exposições e Exibição de Curtas/Filmes
•    Ônibus Itinerante para escolas da rede pública, entre outras atrações.

Confira a programação completa aqui.

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formação 19/nov – 29ª Bienal

Aos artistas-educadores do projeto:

Dando continuidade às visitas de formação que fizemos no primeiro semestre na  Bienal, nessa sexta, dia 19 de novembro, nossa formação será uma visita à 29ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo. Fica no Parque do Ibirapuera e nos encontraremos às 9h30, pedimos atenção com o horário, pois a visita tem hora marcada.

Um dos motivos dessa visita, é que o tem abordado na exposição é ARTE E POLÍTICA e assim, poderemos fazer uma reflexão a partir do nosso trabalho artístico, nosso contexto e nossa prática educativa. Esta edição da Bienal está ancorada na ideia de que é impossível separar a arte da política. “Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meios que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando-o, assim, diferente e mais largo.

É nesse sentido que o título dado à exposição, “Há sempre um copo de mar para um homem navegar sintetiza o seu objetivo: afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. É nesse “copo de mar” – ou nesse infinito próximo que os artistas teimam em produzir – que, de fato, está a potência de seguir adiante, a despeito de tudo o mais; a potência de seguir adiante, como diz o poeta, “mesmo sem naus e sem rumos / mesmo sem vagas e areias”. Pretende, por tudo isso, envolver o público na experiência sensível que a trama das obras expostas promove, e também na capacidade destas de refletir criticamente o mundo em que estã0 inscritas. Enfim, oferecer exemplos de como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política.”

Nossa visita será guiada pelos monitores da exposição e seremos dividos em grupos misturando todas as linguagens. Ao final, discutiremos sobre a visita e depois, tomaremos o lanche, às 12h.

Data: 19/11/2010
Horário: 9h30
Endereço: Parque Ibirapuera • Portão 3 • Pavilhão Ciccillo Matarazzo
mais informações no site da Bienal

Qualquer dúvida, entrem em contato com Nina ou o coordenador de sua regional. Até mais!

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