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É HOJE! lançamento do Caderno de Referências

Nesta terça dia 14/12 no b_arco!
O projeto Educação com Arte convida para o lançamento do Caderno de Referências, publicação que relata a prática de alguns arte-educadores do projeto entre Capoeira, Danças de rua, Graffiti, HQ, Rimas, Teatro e outras linguagens.

O projeto é uma parceria entre o CENPEC e a Fundação CASA que desenvolve atividades arte e cultura com adolescentes em cumprimento de medida socio-educativa, direito previsto pelo ECA.

Junto ao evento estarão expostas as produções audiovisuais dos adolescentes em oficinas.

Além da exposição Camisa de 11 Varas do fotógrafo Rogério Fernandes, nosso parceiro nesta publicação, que através de suas imagens, nos lembra o quão urgente o problema é e o quanto nosso cotidiano está construído para que o esqueçamos.

Esperamos por você na livraria do b_arco, das 19h30 às 22h30.
R Dr Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros

Clique aqui para ver o mapa.

site do b_arco: http://www.obarco.com.br
site do projeto (em construção: http://www.educacaocomarte.com.br

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Exposição GEJO – AG/DG

Exposição de comemoração de 21 anos de estrada de GEJO
Sábado dia 27, a partir das 12hs, na Galeria Monica Filgueiras
Rua Bela Cintra, 1533 – Jardins

“Para celebrar esta expo, trouxe em regime de ARTE COOPERATIVA e apoio a produção das obras, os seguintes nomes”:
AZZAN (Campinas)
FREDONE FONE (ES)
BALLAS (SP)
IONE HAYASHI (Campinas)
ROGERIO FERNANDES (SP)
ROGERIO CARNAVAL (SP)
NINA VIEIRA (SP)
NECO SOARES (Franco da Rocha)
NIVALDO J.J. (SP)
JOAO SABOIA (RJ)
ELAINE BRAGA (SP)
EDSON FEITOSA (SP)

Poesias (interferência entre as obras):
DYNAMIC LEGS – BBMC’S (Andre e Anderson) – OSASCO

Logo: ELAINE GOMES (SP)
Flyer: RAQUEL KOGAN
OBRA “Meu primeiro milhão”; Criação das notas, vetorização dos carimbos, criação do catálogo; LILITA FIGUEIREDO
Edição e produção do vídeo: IRINEU J.J
Assistência/Produção: GISELE O.J.
Ass. Imprensa: Balady Comunicação
Silvia Balady (9117.7324)
Camila Martins (3814.3382) – contato@balady.com.br

Mônica Filgueiras inaugura a exposição “AG/DG”, primeira individual do artista plástico e grafiteiro GEJO que, depois de 21 anos atuando nas ruas, foi convidado pela marchand para celebrar sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento expondo cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, anti toy art, MDF, esculturas e telas em sua galeria. A exposição é um reconhecimento do trabalho de GEJO e marca a entrada do artista no circuito cultural nacional e internacional. Abertura 27 de novembro.

GEJO – AG/DG
Curadora: Mônica Filgueiras
Local: Mônica Filgueiras Galeria de Arte – mofilgue@terra.com.br
Rua Bela Cintra, 1533 – Tel (11) 3082-5295
Abertura: 27 de novembro – sábado – das 12h às 16h
Período: de 29 de novembro a 15 de janeiro de 2011
Horário: 2ª a 6ª feira, das 10:30 às 19:30h
Sábado, das 10:30 às 15h

“AG / DG”, sua primeira individual em galeria que marca a comemoração dos seus 21 anos de atuação nas ruas como grafiteiro. A convite da marchand Mônica Filgueiras, sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento será representada por cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, ant toy art, MDF, esculturas e telas.

“Estou comemorando o que fiz, faço e farei”, revela o artista que, no mês de dezembro, segue para a Europa para consolidar a sua carreira internacional com exposições individuais na Itália e Irlanda. GEJO faz parte da primeira geração de grafiteiros que migram para as galerias de arte contemporânea.

Com um traço mais elaborado e seguro, decorrente de seu amadurecimento artístico, GEJO classifica sua obra como tendo um caráter estético social e popular, alimentado pela experiência que teve nas ruas. Vivência que também trouxe para o artista um lado humanista de ver a vida e a arte, valorizando as formas de manifestação coletiva. Tanto que é o responsável pela criação do Free Art Fest, em 2008, em que artistas nacionais e internacionais doam obras a GEJO e ele organiza uma exposição que no final distribui os trabalhos gratuitamente aos visitantes. O Free Art Fest faz parte de um movimento global de democratização da arte impulsionado pelo “It´s yours take it”.

“AG/DG” é um divisor de águas e marca uma segunda fase na vida do artista, que adapta a característica efêmera do grafite para o ambiente fechado – testando novos materiais e suportes, como MDF e o jornal prensado em chapas grossas para dar maior durabilidade às obras – e o confirma no panorama da arte contemporânea brasileira.

Neste momento GEJO também se descobre como um artista versátil, que além de intervencionista de variados suportes, encontra espaço e tempo de ser ora desenhista, ora escultor, ora gravador, ora estudioso das artes, mas sem perder a sua essência: a contestação.

Sua inspiração parte de acontecimentos cotidianos, como as conversas de ônibus, convivência com a família e com os amigos e dos meios de comunicação de massa que o cercam no dia a dia. A partir disto cria um universo artístico pautado pelo discurso crítico direcionado à sociedade e ao sistema estabelecido.

A exposição “AG/DG” apresenta uma série de trabalhos inéditos de 2010 que é uma prévia do que será feito por GEJO a partir de agora. Uma instalação em MDF questiona os monopólios, um anti toy art no formato de uma jibóia de cinco metros reflete a apropriação da arte de rua por pessoas que nunca atuaram na street art. Também será feito um recorte das obras mais importantes durante todo o percurso do artista, entre elas a série “photograffiti”, de 2007, em que faz intervenções gráficas sobre fotos feitas por variados fotógrafos .

No dia da abertura GEJO fará uma performance, imprimindo um trabalho de 1992, além de uma obra interativa.

O ARTISTA

GEJO nasceu em Seabra, na Bahia, em 1976, mas aos três anos mudou-se para São Paulo. Seu interesse pela arte começou em 1993, quando começou a freqüentar exposições e a fazer intervenções de grapichos na rua.

No ano de 1996 é convidado pelo diretor da escola Osvaldo walder para dar uma oficina para os alunos. O projeto “Graffiti : impressão x expressão” durou até 1998 e motivou GEJO a seguir como arte-educador. Desde então coordenou mais de 30 workshops e oficinas de grafite, disseminando as idéias e formas de expressão que envolve a cultura do hip-hop, como a dança, a música e o fanzine.

É o idealizador do projeto do Centro Cultural Sítio do Tatu Amarelo, em Seabra (BA), que terá cursos de alfabetização de adultos, informática, biblioteca, cinemateca, oficinas de arte, além do amparo aos animais machucados e um jardim com diversos exemplares de plantas.

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BIENAL, my ass.: Xiclet – Tema: rETAGUARDA

Sob o mote da exposição BIENAL MY ASS.: XICLET, artistas curados e não-curados, e não necessariamente «artistas», da casa e de fora da casa – que passam rapidamente a ser da casa, já que para ser da casa basta freqüentá-la – se reuniram todos os domingos de junho, julho, agosto e começo de setembro de 2010 para, convivendo, descobrir e fundamentar isso que começa a ser desenhado aqui nesse jornal: um posicionamento crítico, prático, teórico, ético, político, filosófico e espiritual.

rETAGUARDA, dá nome ao jornal e também reúne seus colaboradores sendo algo como uma referência em comum.

Uma aversão às regras do jogo. Um forte desejo criminoso. Vontade também de se retirar do mundo tumultuoso, por um digno sentimento de amor-próprio, de se afastar de tudo que é vil e baixo, uma espécie de afastamento ativo (oposto à idéia de marginalidade, que é passiva). Afastamento criativo. Afastamento também como retiro espiritual: estratégia de mudar antes em si mesmo aquilo que se quer mudar no mundo.

Talvez pareça contraditório o fato de essa retaguarda querer se manifestar por meios tradicionais como um jornal e uma exposição de arte, que, numa perspectiva seculovintista, podem ser vistas como mídias-dispositivos de adesão à instituição.

Contudo, essa questão não é relevante, pois a própria idéia de destruição da instituição não é relevante em termos práticos. E o que é relevante em termos práticos? A viga-mestra cede a ponto de quebrar. É favorável ter aonde ir.

André Sztutman

Artistas curados: Adriana Montenegro, Adriana Latorre, Acidum, Alex B. (in memorian), André Albuquerque, André Sztutman, Astrid Esslinger, Bruno Shintate, caixamóvel (Luciana Ohira e Sergio Bonilha), Cassiano Reis, Dácio Bicudo, Daniel de Paula, Deni Lantzman, Elisa Queiroz, Fabiana Arruda, Fernanda Eva, Gabriel Müller, Gedley Belchior Braga, Giba Gomes, Iaco, Jailton Nascimento Carvalho, Jan de Maria Nehring, Jorge Luíz Alves, Khalil Charif, Luana Saggioro, Lucas Schlosinski, Luisa Dória, Manoel Messias, Marcelo Abuchalla, Marcelo Moraes, Marcos Freitas, Natali Spogis, Oriovaldo, Rafael Aboud Piovani, Rossana Jardim, Roxxane Chonchol, Sandro Tôrres, Silvio de Camillis Borges, Veruska Almeida e Yara Dewachter.

  • Serviço:
  • Exposição: BIENAL, my ass.: Xiclet
  • De 11/9 a 12/12.
  • Tema: rETAGUARDA
  • 3 ABERTURAS:
  • Primeira: 11/9,  sábado, 17h – exposições: de 11/9 a 10/10
  • Segunda: 15/10, sexta, 17h – exposições: de 15/10 a 7/11
  • Terceira: 12/11, sexta, 17h – exposições: de 12/11 a 12/12
  • Lançamento do jornal rETAGUARDA, 11/9, sábado, 19h
  • Vídeos: todas as sextas, das 20h às 22h
  • Casa da Xiclet
  • Rua Fradique Coutinho, 1855, Vila Madalena – SP
  • Horários: quartas e sextas-feiras, das 14h às 20h; sábados e domingos, das 14h às 18h
  • casadaxiclet@gmail.comwww.casadaxiclet.multiply.com

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Solte os Bichos

Gejo e adolescentes da UI Sorocaba orgulhosamente convidam,

Para a exposição Solte os Bichos, de 1 a 10 de junho no Senac Consolação.
Rua Dr Vila Nova, 228, biblioteca (2o. andar)

Além das produções dos adolescentes, a mostra conta com as fotografias do processo, de Viviani Leite (foto do flyer eletrônico abaixo) e Rogério Fernandes.

Apareça, divulgue!

Antes o chão era cinza. Agora um colorido desajeitado, desordenado e desproposital tinge o cimento. As folhas, o lápis, o papel, as tintas e os sprays preenchem o espaço de cor e vida. As mãos, os gestos, os corpos se libertam para o exercício da criação. Livros e revistas servem como referência, como inspiração. Olhos arregalados e atentos. Planos e perspectivas são criados. Possibilidades passam a fazer parte do cotidiano. Esse encontro acontece todas as segundas e quartas-feiras com um grupo de adolescentes na Fundação Casa na Unidade de Internação de Sorocaba. É a oficina de grafiti com o artista plástico e arte educador Gejo.

Ampliar as figuras. Cortar os moldes. Desenvolver as cores. Estudar o jogo de luz e de sombra. A perspectiva. O ângulo. É a técnica do stencil. Carimbo urbano. Gravura anárquica estampada em telas e muros. A fonte de inspiração e identificação do grupo (tanto para os adolescentes quanto para o artista) é o tema: SOLTE OS BICHOS. Animais extintos e raros, excluídos do convívio humano. Misto de arrebatamento e repulsa, beleza grotesca, cores fortes, poesia biológica.

Esses bichos coloridos estão vivos. São frutos da curiosidade instigada por Gejo. Uma das brincadeiras feitas durante as aulas é imaginar os sons daqueles pássaros e insetos. Não se trata somente da transmissão de técnicas artísticas. O clima de alegria, criatividade e seriedade com o trabalho também faz parte do trabalho. De alguma forma tudo isso está irremediavelmente impregnado nas produções e na memória do grupo.

O processo de confecção dessas obras durou cerca de seis meses e o resultado que se apresenta é só uma parte do trabalho. Parte importante e significativa, Resposta positiva que renova a esperança nessa geração de adolescentes. Por meio do exercício da arte, podemos vislumbrar novas paisagens e possibilidades. Mais cor e menos aridez.

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Pessoas,
Só pra lembrar que nesta sexta-feira (23/abril), faremos uma formação especial: iremos ao Museu da Língua Portuguesa!

O endereço é:
Praça da Luz, s/nº
Centro – São Paulo – SP
(11) 3326-0775

Nosso encontro está marcado para as 9h30 na porta do Museu, peço cheguem no horário, para aproveitarmos bem nosso tempo, ok?

“Menas: o certo do errado, o errado do certo” no Museu da Língua Portuguesa

O próprio título da exposição é uma provocação, uma vez que “menos” é advérbio, logo invariável. A mostra deve ocupar 450 m2 do Museu da Língua Portuguesa e conta com sete instalações, parte delas interativa, e fica em cartaz até junho, sem data fixa para terminar.

No módulo “Portas Abertas”, há  30 banners, onde estão  grafadas diversas frases com erros ortográficos.
“Óculos” apresenta uma série  de jogos óticos que provocam uma espécie de vertigem e quebram antigas certezas sobre a língua.

Seguindo para “Os 100 erros nossos de cada dia, o visitante verá que, por vezes, é tênue a linha que separa o certo do errado. Já a instalação do “Jogo do Certo e do Errado” usará nove telas de computador touch screen ligadas em rede. Trata-se de um quiz com 15 perguntas em cada tela. O visitante vai encontrar uma atividade que desafiará suas certezas. Entre elas, a que no dia a dia ele encontrará muitas situações em que algo parece estar certo (mas não está).

“Biblioteca de Babel”  quer mostrar a língua como de fato ela é. Escritores e compositores se manifestam sobre a língua e sobre a vida, apresentando posições inesperadas e criativas que desarranjam a visão tradicional sobre a língua portuguesa.

Em “Norma,  a Camaleoa” a atriz Alessandra Colassanti, filha dos escritores Affonso Romano de Sant’Anna e Marina Colasanti, encarna as quatro normas da língua portuguesa ao mesmo tempo, apresentando-as e discutindo-as.
Por fim, “Janelas Abertas” apresenta-se num corredor estreito e traz à tona índices de uma rua de comércio popular e do linguajar praticado nessas ruas, convidando o público a voltar para a vida fora do Museu e perceber a língua de maneira mais generosa, apreciando sua criatividade e mutabilidade.

[texto retirado de: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2010/02/em-marco-%E2%80%9Cmenas%E2%80%9D-no-museu-da-lingua-portuguesa/%5D

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